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AS FAÇANHAS DOS
FARRAPOS
A história do Rio
Grande foi escrita com sangue, justiça e
fraternidade, descendentes de uma estirpe que
nunca renunciou aos seus princípios, disposta a
sacrificar a própria vida pelo amor a causa da
liberdade. Inspirados na fé e trabalho nasce uma
raça que se espalhou por essa terra, forjando um
povo que nunca e jamais se submeteu a vontade
dos poderosos, negando-se a usar a ganga, ou o
buçal.
Um povo liberto de amarras, do servilismo,
altaneiro e leal, que se desprendeu de parte do
Brasil, por ter uma alma indomável forjada no
atavismo, correndo nas veias o mesmo sangue
daqueles que nos legaram com suas lutas,
derrotas e vidas, essa liberdade que oxigenam
nosso presente, sendo fundamental para
consolidação da democracia e nos dão esperança
para novos dias.
Liberto das amarras e da opressão do poder
central que tentou embuçalar a liberdade e
nossas esperanças, esses herdeiros dos farrapos
e dos heróis de 93, hoje pregam a concórdia e a
paz, mas sem dobrar a espinha, fiéis aos
princípios que nortearam os guerreiros de ontem
e o gaúchos de hoje, que jamais faltaram o
compromisso de lutar e morrer por uma pátria
livre da opressão e da tirania.
Resgatamos os fatos históricos, mas também
fazemos história, porque fincamos o pé nos
exemplos do passado, o fazendo ressuscitar no
presente, uma garantia para futuro, pois, os
Cavaleiros do Mercosul, continuarão fazendo
acontecer, porque: “quem sabe faz a hora”, e com
isso, constroem a história moderna, que escrevem
na avenida ou nas estradas do Sul da América,
levando a esperança nas patas dos seus cavalos,
com intuito maior de servir ao Brasil.
Para ilustrar esse
Chasque, na XVII Mostra da Cultura Gaúcha,
deixamos três passagens, ecos de nossa história:
1. Do
grande poeta Olavo Bilac que disserta em relação
aos farrapos:
“FARRAPO”
“Esse nome criado pelo desprezo, foi
notabilitado pela glória da justiça, do Tempo
transformou o epíteto injurioso em tÍtulo de
suprema honra.
Eram desgraçados, sim, eram pobres, eram
maltrapilhos, aqueles guerreiros que, para não
morrer de fome, contentavam-se com um bocado de
carne crua; acampavam e dormiam ao relento, com
a face voltada para as estrelas; não tinham
dinheiro, nem uniforme, e não podiam renovar as
botas e os ‘ponchos’ que no pó da estrada, as
balas, as cutiladas, as chuvas estraçalhavam e
apodreciam; mas prezavam o seu nome de “Farrapos”,
e tinham o orgulho da sua pobreza; e eram mais
ricos assim, possuindo apenas o seu cavalo, a
sua garrucha, a sua faca, a sua lança e a sua
bravura...
Cenobitas da religião cívica, anacoretas da
guerra, vivendo no imenso e fúlgido ascetério do
‘pampa’, esses primeiros criadores da nossa
liberdade política não olhavam para si; olhavam
para a estepe infinita que os cercava, para o
infinito céu que os cobria, e nesses dois
infinitos viam dilatar-se, irradiar e vencer no
ar livre o seu grande ideal de justiça e
fraternidade.”
2. Do
imortal Garibaldi, que descreve sobre a
Cavalaria Farrapa:
“A
CAVALARIA FARRAPA”
“Eu
vi corpos de tropas mais numerosas, batalhas
mais disputadas; mas nunca vi, em nenhuma parte,
homens mais valentes, nem cavaleiros mais
brilhantes que os da bela cavalaria
rio-grandense, em cujas fileiras aprendi a
desprezar o perigo e combater dignamente pela
causa sagrada das nações. Quantas vezes eu fui
tentado a patentear ao mundo os feitos
assombrosos que vi realizar por essa viril e
destemida gente, que sustentou por mais de nove
anos contra um poderoso Império a mais
encarniçada e gloriosa luta:
Não tenho escrito semelhante prodígio,
por falta de habilitações, porém a meus
companheiros de armas, por mais de uma vez tenho
comemorado tanta bravura, nos combates, quanto a
generosidade na vitória, tanta hospitalidade,
quanto afago aos estrangeiros, e a emoção que
minha alma, então ainda jovem, sentiu na
presença e na majestade de vossas florestas, da
formosura de vossas campinas, dos viris e
cavalheirescos exercícios der vossa juventude
corajosa; e, repassando pela vicissitudes de
minha vida entre vós, em seis anos ativíssima
guerra e da prática constante de ações
magnânimas, como em delírio brado:
-Onde estão agora esses buliçosos filhos do
Continente, tão majestosamente terríveis nos
combates! Onde Bento Gonçalves, Neto, Canabarro,
Teixeira e tantos valorosos que não me lembro.
Oh! Quantas vezes tenho desejado nestes campos
italianos um só esquadrão de vossos centauros,
avessados a carregar uma massa de infantaria com
o mesmo desembarco como se fosse uma ponta de
gado.”
3. No
final, sobre o nosso tema apresentado na avenida,
quando da chegada de Bento Gonçalves ao Rio
Grande, depois da fuga da Bahia:
“O CAVALO
PARA BENTO GONÇALVES”
“Depois da fuga
da Bahia, Bento Gonçalves veio de navio de
mercadorias para Desterro, hoje Florianópolis,
dali rumou para o Rio Grande a cavalo, junto com
o fiel catarinense Mateus, passando por Torres
dia 3 e atingindo Viamão, no dia 10 de novembro
de 1837, justamente 60 dias após sua fuga do
Forte do Mar. E 13 meses e 6 dias da sua prisão
no Fanfa.
Conta Alfredo F. Rodrigues que antes de Bento
Gonçalves chegar a seu destino, parou em uma
estância, de cavalo cansado, impossibilitado de
prosseguir. Faltava-lhe muito ainda para avistar
Viamão, onde o exército republicano, sob as
ordens de Onofre, instalara o quartel-general,
sitiando a capital: “apeou-se a porta e veio
recebê-lo uma velhinha, a quem disse ter
empreendido longa viajem e com pressa, e não
podia seguir por falta de cavalo; vinha valer-se
da sua generosidade, certo de que não lhe seria
negado auxilio. A velha escusou-se, respondendo:
- Fui rica. Hoje estou pobre. Dei tudo o que
pude à revolução. As forças legais do Imperador
levaram-me o resto. Na estância só tenho um
cavalo para todo o serviço. Esse não dou. Só se
me viesse pedir o general Bento Gonçalves.
Guardo-o para ele, para o dia que irá voltar ao
Rio Grande.
O general deu-se a conhecer,
encobrindo a custo a emoção que se apoderara
dele. Era a alma do Rio Grande que falava pela
boca da matrona, fazendo bater o coração de
orgulho.”
1ª ALA:
Narração:
Após a
Proclamação da República
Rio-Grandense,
por
Antônio de Sousa Neto,
a Ata de Declaração de Independência, onde
declaram não embainhar suas espadas, e derramar
todo o seu sangue, antes de retroceder de seus
princípios políticos, proclamados na presente
declaração. Enviadas às câmaras municipais e aos
principais comandantes do Exército Republicano,
as câmaras de
Jaguarão,
Alegrete,
Cruz Alta,
Piratini,
corroboram os feitos, proclamando a
independência política da
Província.
Bento Gonçalves não pudera estar presente e ao
tomar conhecimento do ato levanta seu
acampamento na lomba do
Tarumã,
parte do sítio que impingia a
Porto Alegre
e segue para encontrar as forças de Neto.
Fatalmente precisava atravessar o Rio Jacuí pela
Ilha de Fanfa.
Ciente dos acontecimentos,
Bento Manuel
agora a serviço do
Império,
desloca suas tropas com 660 homens embarcados, à
impedir a passagem de Bento Gonçalves.
José de Araújo Ribeiro,
alertado por Bento Manuel, envia a esquadra
imperial, comandada pelo
mercenário
inglês
John Grenfell,
com 18 barcos de guerra,
escunas
e
canhoneiras.
Guardando o lado sul da Ilha, só percebida pelos
Farrapos depois de estarem sitiados.
Fechando o cerco por terra, Bento Manuel fica
senhor da situação. Apesar do cerco em que
estavam, os farrapos tentam resistir bravamente,
mas prevendo
o massacre dos seus comandados, Bento ordena o
cessar fogo, em 04 de outubro de 1936.
2ª ALA:
Narração:
Naquela noite,
Bento Manuel
levanta a bandeira de “parlamento”. Bento
Gonçalves aceita negociar. O acordo é feito e
assinado na tenda de Bento Manuel. Os Farrapos
entregariam as armas, capitulariam, e voltariam
livres para suas casas. Segundo Bento Manuel a
guerra findara, com a vitória do Império. Ele
pacificaria a Província, e receberia as glórias
da Corte. Porém, Bento Gonçalves não era tão
ingênuo, aceitaria as condições, sairia perdedor
do Fanfa, mas estariam vivos para recuperar o
tempo e o terreno perdido.
Na manhã seguinte era formalizada a capitulação.
Alguns guerreiros, no entanto, preferiam jogar
as armas ao rio a entregá-las ao inimigo.
Antonio Araújo ordena a prisão dos Farrapos,
agora desprevenidos e desarmados. Bento Manuel
rompe o acordo e colabora com a captura do maior
número possível de
Farrapos:
Bento Gonçalves,
Tito Lívio
Zambeccari,
Pedro Boticário,
Corte Real, Onofre Pires, entre outros oficiais
e soldados republicanos.
Levados à Porto
Alegre, são preso na Presiganga,
navio de guerra português que
serviu de prisão no Brasil, fundeado no porto do
Rio Guaíba. Essa prisão flutuante, utilizada
pela Marinha Imperial, compreendia práticas
antigas de trabalho forçado e punição corporal.
Fazendo da Presiganga uma embarcação aos moldes
da antiga galé romana. Esse navio-presídio foi
um receptáculo, uma arca que agregou signos
antigos que diziam respeito à punição legal.
Mesmo preso, Bento foi eleito, em
06 de novembro de 1836, PRESIDENTE DA REPÚBLICA
RIOGRANDENSE. O cargo foi assumido,
interinamente, pelo Vice-presidente José Gomes
de Vasconcelos Jardim.
3ª ALA:
Narração:
Bento Gonçalves, Pedro Boticário,
Tito Lívio Zambeccari, Onofre Pires e Corte Real
são levados à Fortaleza de Santa Cruz.
Bento recebe a visita de seus filhos, Joaquim,
Caetano e Bentinho, que moram na Corte e lá
estudam. Estes, articulam junto aos maçons,
simpatizantes da causa republicana, a fuga dos
líderes farroupilha.
Bento e Boticário são
transferidos ao
Forte da Laje.
Em
15 de março
de
1837
Bento Gonçalves tenta executar o plano de fuga,
mas Pedro Boticário, seu companheiro de cela,
fica preso ao tentar passar pelas grades. Em
solidariedade Bento Gonçalves desistiu de sua
fuga. Ao mesmo momento Onofre Pires e Corte Real
tem êxito na fuga do Forte de Santa Cruz. Tito
Zambeccari, que não sabia nadar, permanece mais
3 anos preso até ser deportado.
FORTE DA LAJE
O Forte da Laje localiza-se na
ilha da Laje,
cidade
e estado do
Rio de Janeiro,
no
Brasil.
Em posição estratégica no interior da barra,
ergue-se sobre uma pedra chata com as dimensões
aproximadas de 100 metros de comprimento por 60
de largura, defendendo o acesso à
baía de Guanabara.
4ª ALA:
Narração:
Após a tentativa de fuga da
Fortaleza da Laje, os imperialistas transferem
Bento Gonçalves. Em
26 de Agosto
de
1837,
ele é encarceirado no Forte de Nossa Senhora do
Pópulo e São Marcelo, conhecido como Forte do
Mar, localizado na baia de Todos os Santos em
Salvador,
Bahia.
Erguido sobre um pequeno banco de
arrecifes
a cerca de 300
metros
da
costa,
destaca-se por se encontrar dentro das águas.
Considerado uma prisão de fuga impossível,
recebe então o mais ilustre inimigo do Império.
FORTE DO MAR - SÃO MARCELO
O Forte de Nossa Senhora do
Pópulo e São Marcelo, conhecido como Forte do
Mar, localiza-se em
Salvador,
Bahia.
Erguido sobre um pequeno banco de
arrecifes
a cerca de 300
metros
da
costa,
destaca-se por se encontrar dentro das águas.
5ª ALA:
O PAPEL DA MAÇONARIA NOS RUMOS DE
BENTO GONÇALVES, SUA FUGA DA BAHIA VOLTANDO AO
RIO GRANDE
Narração:
Assim que chega ao Forte, Bento Gonçalves recebe
a visita do Dr. Francisco Sabino da Rocha, líder
do movimento de separação da Bahia, e
representante da Maçonaria local, apoiadores da
mesma luta contra o Império, e que o ajudariam
na fuga. Poucos dias depois, como estratégia
para sua libertação, consegue permissão do
comandante do forte para tomar banhos de mar,
porém sempre vigiado por um soldado imperial.
Aí é que reside a
chave do sucesso de sua fuga.
No dia 10 de setembro de 1837, após tentarem
envenená-lo, Bento decide ser chegado o momento.
Sabotando a armada do forte, Bento Gonçalves sai
para nadar, como de costume, e foge a nado até
um barco, que o aguardava. De lá é levado à Ilha
de Itaparica, e depois Salvador onde embarca num
navio que transportava mercadorias para o Sul.
A Maçonaria, por ser composta por diversas
espécies de homens, de diferentes graus de
inteligência e cultura, o que resulta de ela
existir em muitos países, sujeita a diversas
circunstâncias de meio e de momento histórico,
como qualquer instituição humana, secreta ou não,
apresenta diferentes aspectos, conforme a
mentalidade de cada Maçom, sempre sob a tríade
LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos
princípios da Ordem, da Razão e da Justiça.
Assim, no Rio Grande, Rio de Janeiro ou Bahia, a
Maçonaria desempenha a sua missão de amparar
seus irmãos, restaurar a paz de espírito e a
liberdade. Este papel foi fundamental na
libertação e retorno de Bento Gonçalves aos
pagos do sul, que
em 16 de dezembro de 1837 assume
a presidência da República Riograndense, em
Piratini.
Município:
PASSO FUNDO/RS
Denominação do Evento: SEMANA
FARROUPILHA – DESFILE XVII MOSTRA DA CULTURA
GAÚCHA – 13 DE SETEMBRO DE 2009.
Nome da Entidade:
Grupo Cultural e Tradicionalista
CAVALEIROS DO MERCOSUL
Endereço:
Galpão Sede – Complexo Turístico - Parque da
Roselândia - Passo Fundo/RS.
Contatos: Fone/Fax: 0xx(54)3311-4655 /
0xx(54)3311-3211.
E-mail:
geovana_battisti@hotmail.com
fone: 9972-9946
Site:
www.cavaleirosdomercosul-rs.gov.br
Vínculo Tradicionalista:
Filiados ao MTG – 7ª RT.
Tema central:
Os Farroupilhas e Suas Façanhas
Tema grupo:
Bento Gonçalves foge do Forte do
Mar, onde se encontrava preso.
Evento do tipo:
Cultural, artístico, histórico e
educacional.
Dimensão Quantitativa do desfile:
5 ALAS, 4 CARROS, 250 participantes.
Âmbito do evento:
Nacional.
Freqüência do evento:
Anual.
HISTÓRICO
GRUPO CULTURAL E TRADICIONALISTA CAVALEIROS DO
MEROCSUL
Nossa
entidade criada em 1995, denominada Grupo
Cultural e Tradicionalista Cavaleiros do
Mercosul, juridicamente constituída com sede
em Passo Fundo, cujos objetivos, dentre outros,
é de desenvolver os estudos realizados pela
Universidade de Passo Fundo, de que os caminhos
mais curtos entre São Paulo e Buenos Aires,
interior do Uruguai e Chile é passando pela
região do Planalto Médio.
A fim de tornar conhecido o estudo resolvemos
mapear o trajeto a pata de cavalo, para
isso, em 1995 realizamos a Cavalgada de Passo
Fundo a Buenos Aires, passando pelo interior
do Uruguai, de 1.310Km., durante 30 dias, com
reuniões e encontros com autoridades divulgando
a nova rota do Mercosul.
Em 1997 realizamos a Cavalgada de
Passo Fundo a São Paulo, a fim de completar
a rota, durante 23 dias percorremos 930 Km.,
integrando os povos por onde passamos, com
reuniões com a autoridades e a sociedade civil
de Estados e cidades.
Em 1998 realizamos com a mesma finalidade a
Cavalgada de Passo Fundo, São Borja e Santo Tomé,
na Argentina, num total de 410Km., atravessando
a ponte da amizade, sendo os primeiros
cavaleiros a realizar essa travessia, onde fomos
hóspedes oficiais de São Borja e Santo Tomé.
Em 1º de janeiro de 2000 saímos de nossa cidade,
do trevo em frente à Universidade de Passo Fundo,
onde erigiram um Monumento em homenagem ao nosso
grupo, a Cavalgada de Passo Fundo a Vinã Del
Mar, no Chile, passando pela Argentina,
atravessando os Andes a mula, após Santiago e,
finalmente, em 28 de fevereiro chegamos a Vinã
Del Mar, banhada pelo Oceano Pacífico. Em 60
dias percorremos 2.550Km., no lombo de nossos
cavalos. Fomos recebidos na embaixada do Brasil,
intendência de Santiago, por autoridades
argentinas e chilenas, com a mesma finalidade de
tornar a rota do MERCOSUL pelo interior
conhecida, bem como integrar material,
filosófica e espiritualmente povos da América do
Sul.
Nossos objetivos também têm cunho
reivindicatório, em defesa do resgate da
cidadania e em defesa da democracia, bem como, o
que for melhor para o Rio Grande, Brasil e os
brasileiros.
Promovemos um movimento para resgatar os restos
mortais de Anita Garibaldi para o Brasil,
realizando a Cavalgada de Passo Fundo a
Laguna, Santa Catarina, fazendo contatos com
a Itália, onde Anita é heroína; estando esse
assunto em andamento.
Realizamos a Cavalgada de Passo Fundo a
Palmeira das Missões, em parceria com o
Sindicato Rural e FARSUL, concluindo com um
encontro de deputados em Palmeira, com a
finalidade de ser liberado o plantio e a
comercialização da Soja Transgênica, que hoje é
uma realidade.
Em 2007 realizamos a cavalgada Revolução Pela
Palavra - Cavalgada em Defesa da Ética, da Moral
e dos Bons Costumes na Política, de Passo
Fundo a Porto Alegre, com a entrega da “Carta
do Rio Grande” a Governadora no Palácio
Piratin.
Inúmeras cavalgadas por municípios da região,
sempre levando nossa bandeira, o tradicionalismo,
a família, a mora, o homem a cavalo. Assim já
somamos mais de 11 mil quilômetros percorridos a
cavalo.
Há 4 anos o grupo, com a parceria da Brigada
Militar, vem encenando a Batalha do Pulador,
da Revolução Federalista de 1893, acontecido em
27 de junho de 1894, nesse distrito de Passo
Fundo, a batalha mais sangrenta do Brasil, onde
morreram mais de mil combatentes e inúmeros
feridos. Na última encenação, um público
estimado em 20 mil pessoas se fez presente, onde
mais de 600 figurantes encenaram o espetáculo,
com o objetivo de resgatar a cultural e levar um
fato histórico pouco conhecido do grande público.
JABS PAIM BANDEIRA
COMANDANTE
“Onde quer que o PRIVILÉGIO, o
ARBÍTRIO e o EGOÍSMO se introduzam na
Constituição Social, é dever de cada HOMEM que
tem consciência de sua própria missão combatê-lo
com todos os meios que estejam à mão.”
FAMÍLIA
CAVALEIROS DO MERCOSUL
AIDO VIEIRA DA SILVA
ALEX SAÚGO e MICHELE MENEGOL
CARLOS EDUARDO MARQUES PEREIRA e TEREZINHA,
LEONARDO, CAROLINE PEREIRA
CARLOS ELI MENEGOL e IANE MENEGOL
CASSIANO PAIM BANDEIRA
DANIEL DUARTE BANDEIRA
DAVIS SOUZA e SÔNIA FILLIPPI, ENRICH, ISADORA
SOUZA
DELMIDIO FAGUNDES DE LIMA e MIRNA
LIMA DE LIMA
GENTIL GAMBINI PIRES e LEOCÁDIA PIRES
GUSTAVO ESQUINSANI e CRISTINA LIMA ESQUINSANI,
EDUARDA, DYOVANA E GUSTAVO LIMA ESQUINSANI
INÁCIO PEDROSO, MARISA E BRUNA PEDROSO
JABS PAIM BANDEIRA e GEOVANA BATTISTI FERREIRA
JORGE BILHAR
JULIO SOUZA e ELIZANDRA SOUZA, BRUNO, VINICIUS
SOUZA
OSCAR ANTUNES DA SILVA e VERA ARRUDA
RENATO STRIDER e SILVIANE STRIDER, LAURA
STRIDER, MATHEUS FOIATTO
ROSALINO FARIAS e MARINES FAVINI FARIAS, PAULO
HENRIQUE, MAQUIELE, FRANCIELE FARIAS
TELMAR MENEGOL - MIRIAM MENEGOL
AMIGOS DO GRUPO
CAVALEIROS DO MERCOSUL
-
ADIRBAL
CORRALO
-
ALBERTO
POLTRONIERE
-
ALDO
ALESSANDRI
-
ALEX FRANCIOSI
-
CRISTIANO
COLUSSI
-
DALTRO WESP
-
EVERALDO DE
MELO
-
FELIPE E
TAINARA PEREIRA, ALICE E LUIS FERNANDO
-
GILDA GALEAZZI
-
JOÃO GRAEFF
-
JOEL FRANÇA,
JAQUELINE FRANÇA E FABIO FRANÇA
-
JUREMA DA
SILVA
-
MAGDA
CAVALHEIRO
-
MARCELO
GELISKI – SITE CAVALEIROS DO MERCOSUL
-
MATHEUS E
ISABELA FOIATTO
-
THIAGO BITELLO
– DAYANE PITTON PAVANI
-
WANDERLEI
SAÚGO
COLABORADORES
DO GRUPO CAVALEIROS DO MERCOSUL
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