Cavaleiros do Mercoul - RS, desbravando o nosso Rio Grande

FAMÍLIA CAVALEIROS DO MERCOSUL

            

NOSSO ESPECIAL AGRADECIMENTO AO
EXMO Senhor MARCELO GELISKI E FAMÍLIA


A FAMÍLIA CAVALEIROS DO MERCOSUL, vem de público agradecer a TODOS GAÚCHOS E GAÚCHAS que, ao longo dos 14 anos de sua história, foram PARCEIROS na construção de IDEAIS!

Cruzando fronteiras a pata de cavalo em mais de 11mil Km , Brasil, Uruguai, Argentina e Chile!

Encenando e Desfilando a história de nossos heróis de todos os tempos!

Abraçando causas sociais e políticas em prol da Sociedade!

HOMENS E MULHERES cultuando as Tradições de nossa Querência Amada!

E, sempre, Agradecendo ao DEUS Pai, que sob Sua licença e Sua proteção ABENÇOA nossos lares e nossas atividades!

Nosso Muito Obrigado!

Subscrevem as FAMÍLIAS:
· AIDO VIEIRA DA SILVA
· ALEX, GABRIELI, PEDRO e JOÃO AFONSO FRANCIOSI
· ALEX SAÚGO e FRANCELE MENEGOL SAÚGO
· CARLOS EDUARDO MARQUES PEREIRA e TEREZINHA, LEONARDO, CAROLINE PEREIRA, FELIPE E TAINARA PEREIRA
· CARLOS ELI MENEGOL e IANE MENEGOL
· CASSIANO PAIM BANDEIRA

· CRISTIANO COLUSSI
· DANIEL DUARTE BANDEIRA e SUNIÊ BANDEIRA
· DAVIS SOUZA e SÔNIA FILLIPPI, ENRICH, ISADORA SOUZA
· DELMIDIO FAGUNDES DE LIMA e MIRNA LIMA DE LIMA
· EVERALDO DE MELO
· GENTIL GAMBINI PIRES e LEOCÁDIA PIRES
· GILDA GALEAZZI
· GUSTAVO ESQUINSANI e CRISTINA LIMA ESQUINSANI, EDUARDA, DYOVANA E GUSTAVO LIMA ESQUINSANI
· INÁCIO, MARISA E BRUNA PEDROSO
· JABS PAIM BANDEIRA e GEOVANA BATTISTI FERREIRA
· JOÃO GRAEFF
· JORGE BILHAR
· JULIO SOUZA e ELIZANDRA SOUZA, BRUNO, VINICIUS SOUZA e DORLI
· OSCAR ANTUNES DA SILVA e VERA ARRUDA
· RENATO STRIDER e SILVIANE STRIDER, LAURA STRIDER, MATHEUS e ISABELLE FOIATTO
· ROSALINO FARIAS e MARINES FAVINI FARIAS, PAULO HENRIQUE, MAQUIELE e FRANCIELE FARIAS
· TELMAR MENEGOL - MIRIAM RIBAS DE MELLO
· THIAGO BITELLO – DAYANE PITTON PAVANI
· WANDERLEI SAÚGO

Jabs Paim Bandeira
COMANDANTE

GRUPO CULTURAL E TRADICIONALISTA CAVALEIROS DO MERCOSUL
FUNDAÇÃO 15 de NOVEMBRO de 1995

AS FAÇANHAS DOS FARRAPOS

A história do Rio Grande foi escrita com sangue, justiça e fraternidade, descendentes de uma estirpe que nunca renunciou aos seus princípios, disposta a sacrificar a própria vida pelo amor a causa da liberdade. Inspirados na fé e trabalho nasce uma raça que se espalhou por essa terra, forjando um povo que nunca e jamais se submeteu a vontade dos poderosos, negando-se a usar a ganga, ou o buçal.
Um povo liberto de amarras, do servilismo, altaneiro e leal, que se desprendeu de parte do Brasil, por ter uma alma indomável forjada no atavismo, correndo nas veias o mesmo sangue daqueles que nos legaram com suas lutas, derrotas e vidas, essa liberdade que oxigenam nosso presente, sendo fundamental para consolidação da democracia e nos dão esperança para novos dias.
Liberto das amarras e da opressão do poder central que tentou embuçalar a liberdade e nossas esperanças, esses herdeiros dos farrapos e dos heróis de 93, hoje pregam a concórdia e a paz, mas sem dobrar a espinha, fiéis aos princípios que nortearam os guerreiros de ontem e o gaúchos de hoje, que jamais faltaram o compromisso de lutar e morrer por uma pátria livre da opressão e da tirania.
Resgatamos os fatos históricos, mas também fazemos história, porque fincamos o pé nos exemplos do passado, o fazendo ressuscitar no presente, uma garantia para futuro, pois, os Cavaleiros do Mercosul, continuarão fazendo acontecer, porque: “quem sabe faz a hora”, e com isso, constroem a história moderna, que escrevem na avenida ou nas estradas do Sul da América, levando a esperança nas patas dos seus cavalos, com intuito maior de servir ao Brasil.

Para ilustrar esse Chasque, na XVII Mostra da Cultura Gaúcha, deixamos três passagens, ecos de nossa história:

1. Do grande poeta Olavo Bilac que disserta em relação aos farrapos:


FARRAPO”

“Esse nome criado pelo desprezo, foi notabilitado pela glória da justiça, do Tempo transformou o epíteto injurioso em tÍtulo de suprema honra.
Eram desgraçados, sim, eram pobres, eram maltrapilhos, aqueles guerreiros que, para não morrer de fome, contentavam-se com um bocado de carne crua; acampavam e dormiam ao relento, com a face voltada para as estrelas; não tinham dinheiro, nem uniforme, e não podiam renovar as botas e os ‘ponchos’ que no pó da estrada, as balas, as cutiladas, as chuvas estraçalhavam e apodreciam; mas prezavam o seu nome de “Farrapos”, e tinham o orgulho da sua pobreza; e eram mais ricos assim, possuindo apenas o seu cavalo, a sua garrucha, a sua faca, a sua lança e a sua bravura...
Cenobitas da religião cívica, anacoretas da guerra, vivendo no imenso e fúlgido ascetério do ‘pampa’, esses primeiros criadores da nossa liberdade política não olhavam para si; olhavam para a estepe infinita que os cercava, para o infinito céu que os cobria, e nesses dois infinitos viam dilatar-se, irradiar e vencer no ar livre o seu grande ideal de justiça e fraternidade.”

2. Do imortal Garibaldi, que descreve sobre a Cavalaria Farrapa:

 “A CAVALARIA FARRAPA”

 “Eu vi corpos de tropas mais numerosas, batalhas mais disputadas; mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, nem cavaleiros mais brilhantes que os da bela cavalaria rio-grandense, em cujas fileiras aprendi a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das nações. Quantas vezes eu fui tentado a patentear ao mundo os feitos assombrosos que vi realizar por essa viril e destemida gente, que sustentou por mais de nove anos contra um poderoso Império a mais encarniçada e gloriosa luta:
 Não tenho escrito semelhante prodígio, por falta de habilitações, porém a meus companheiros de armas, por mais de uma vez tenho comemorado tanta bravura, nos combates, quanto a generosidade na vitória, tanta hospitalidade, quanto afago aos estrangeiros, e a emoção que minha alma, então ainda jovem, sentiu na presença e na majestade de vossas florestas, da formosura de vossas campinas, dos viris e cavalheirescos exercícios der vossa juventude corajosa; e, repassando pela vicissitudes de minha vida entre vós, em seis anos ativíssima guerra e da prática constante de ações magnânimas, como em delírio brado:
-Onde estão agora esses buliçosos filhos do Continente, tão majestosamente terríveis nos combates! Onde Bento Gonçalves, Neto, Canabarro, Teixeira e tantos valorosos que não me lembro.
Oh! Quantas vezes tenho desejado nestes campos italianos um só esquadrão de vossos centauros, avessados a carregar uma massa de infantaria com o mesmo desembarco como se fosse uma ponta de gado.”

3.
 No final, sobre o nosso tema apresentado na avenida, quando da chegada de Bento Gonçalves ao Rio Grande, depois da fuga da Bahia:

 “O CAVALO PARA BENTO GONÇALVES”

“Depois da fuga da Bahia, Bento Gonçalves veio de navio de mercadorias para Desterro, hoje Florianópolis, dali rumou para o Rio Grande a cavalo, junto com o fiel catarinense Mateus, passando por Torres dia 3 e atingindo Viamão, no dia 10 de novembro de 1837, justamente 60 dias após sua fuga do Forte do Mar. E 13 meses e 6 dias da sua prisão no Fanfa.
Conta Alfredo F. Rodrigues que antes de Bento Gonçalves chegar a seu destino, parou em uma estância, de cavalo cansado, impossibilitado de prosseguir. Faltava-lhe muito ainda para avistar Viamão, onde o exército republicano, sob as ordens de Onofre, instalara o quartel-general, sitiando a capital:  “apeou-se a porta e veio recebê-lo uma velhinha, a quem disse ter empreendido longa viajem e com pressa, e não podia seguir por falta de cavalo; vinha valer-se da sua generosidade, certo de que não lhe seria negado auxilio. A velha escusou-se, respondendo: - Fui rica. Hoje estou pobre. Dei tudo o que pude à revolução. As forças legais do Imperador levaram-me o resto. Na estância só tenho um cavalo para todo o serviço. Esse não dou. Só se me viesse pedir o general Bento Gonçalves. Guardo-o para ele, para o dia que irá voltar ao Rio Grande.

O general deu-se a conhecer, encobrindo a custo a emoção que se apoderara dele. Era a alma do Rio Grande que falava pela boca da matrona, fazendo bater o coração de orgulho.”

1ª ALA:

  • BATALHA DO FANFA

  • FARRAPOS NÃO RESISTEM AO CERCO IMPERIAL E CESSAM FOGO – Outubro de 1936

Narração:

Após a Proclamação da República Rio-Grandense, por Antônio de Sousa Neto, a Ata de Declaração de Independência, onde declaram não embainhar suas espadas, e derramar todo o seu sangue, antes de retroceder de seus princípios políticos, proclamados na presente declaração. Enviadas às câmaras municipais e aos principais comandantes do Exército Republicano, as câmaras de Jaguarão, Alegrete, Cruz Alta, Piratini, corroboram os feitos, proclamando a independência política da Província.
Bento Gonçalves não pudera estar presente e ao tomar conhecimento do ato levanta seu acampamento na lomba do
Tarumã, parte do sítio que impingia a Porto Alegre e segue para encontrar as forças de Neto. Fatalmente precisava atravessar o Rio Jacuí pela Ilha de Fanfa. Ciente dos acontecimentos, Bento Manuel agora a serviço do Império, desloca suas tropas com 660 homens embarcados, à impedir a passagem de Bento Gonçalves.
José de Araújo Ribeiro, alertado por Bento Manuel, envia a esquadra imperial, comandada pelo mercenário inglês John Grenfell, com 18 barcos de guerra, escunas e canhoneiras. Guardando o lado sul da Ilha, só percebida pelos Farrapos depois de estarem sitiados.
Fechando o cerco por terra, Bento Manuel fica senhor da situação. Apesar do cerco em que estavam, os farrapos tentam resistir bravamente, mas p
revendo o massacre dos seus comandados, Bento ordena o cessar fogo, em 04 de outubro de 1936.

2ª ALA:

  •  CAPTURA DE BENTO GONÇALVES E OUTROS LÍDERES

  • FARROUPILHA APÓS QUEBRA DE ACORDO DOS IMPERIALISTAS

Narração:

Naquela noite, Bento Manuel levanta a bandeira de “parlamento”. Bento Gonçalves aceita negociar. O acordo é feito e assinado na tenda de Bento Manuel. Os Farrapos entregariam as armas, capitulariam, e voltariam livres para suas casas. Segundo Bento Manuel a guerra findara, com a vitória do Império. Ele pacificaria a Província, e receberia as glórias da Corte. Porém, Bento Gonçalves não era tão ingênuo, aceitaria as condições, sairia perdedor do Fanfa, mas estariam vivos para recuperar o tempo e o terreno perdido.
Na manhã seguinte era formalizada a capitulação. Alguns guerreiros, no entanto, preferiam jogar as armas ao rio a entregá-las ao inimigo. Antonio Araújo ordena a prisão dos Farrapos, agora desprevenidos e desarmados. Bento Manuel rompe o acordo e colabora com a captura do maior número possível de
Farrapos: Bento Gonçalves, Tito Lívio Zambeccari, Pedro Boticário, Corte Real, Onofre Pires, entre outros oficiais e soldados republicanos.
Levados à Porto Alegre, são preso na Presiganga, navio de guerra português que serviu de prisão no Brasil, fundeado no porto do Rio Guaíba. Essa prisão flutuante, utilizada pela Marinha Imperial, compreendia práticas antigas de trabalho forçado e punição corporal. Fazendo da Presiganga uma embarcação aos moldes da antiga galé romana. Esse navio-presídio foi um receptáculo, uma arca que agregou signos antigos que diziam respeito à punição legal. 
Mesmo preso, Bento foi eleito, em 06 de novembro de 1836, PRESIDENTE DA REPÚBLICA RIOGRANDENSE. O cargo foi assumido, interinamente, pelo Vice-presidente José Gomes de Vasconcelos Jardim.

3ª ALA:

  •  BENTO GONÇALVES E OS FARROUPILHAS SÃO

  •  TRANSFERIDOS PARA O RIO DE JANEIRO

Narração:

Bento Gonçalves, Pedro Boticário, Tito Lívio Zambeccari, Onofre Pires e Corte Real são levados à Fortaleza de Santa Cruz. Bento recebe a visita de seus filhos, Joaquim, Caetano e Bentinho, que moram na Corte e lá estudam. Estes, articulam junto aos maçons, simpatizantes da causa republicana, a fuga dos líderes farroupilha. Bento e Boticário são transferidos ao Forte da Laje.
Em
15 de março de 1837 Bento Gonçalves tenta executar o plano de fuga, mas Pedro Boticário, seu companheiro de cela, fica preso ao tentar passar pelas grades. Em solidariedade Bento Gonçalves desistiu de sua fuga. Ao mesmo momento Onofre Pires e Corte Real tem êxito na fuga do Forte de Santa Cruz. Tito Zambeccari, que não sabia nadar, permanece mais 3 anos preso até ser deportado.

FORTE DA LAJE

O Forte da Laje localiza-se na ilha da Laje, cidade e estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Em posição estratégica no interior da barra, ergue-se sobre uma pedra chata com as dimensões aproximadas de 100 metros de comprimento por 60 de largura, defendendo o acesso à baía de Guanabara.

4ª ALA:

  • BENTO GONÇALVES É TRANSFERIDO AO FORTE DO MAR, SALVADOR / BAHIA DE ONDE FOGE RETORNANDO AO RIO GRANDE

Narração:

Após a tentativa de fuga da Fortaleza da Laje, os imperialistas transferem Bento Gonçalves. Em 26 de Agosto de 1837, ele é encarceirado no Forte de Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo, conhecido como Forte do Mar, localizado na baia de Todos os Santos em Salvador, Bahia.
Erguido sobre um pequeno banco de
arrecifes a cerca de 300 metros da costa, destaca-se por se encontrar dentro das águas. Considerado uma prisão de fuga impossível, recebe então o mais ilustre inimigo do Império.

FORTE DO MAR - SÃO MARCELO

O Forte de Nossa Senhora do Pópulo e São Marcelo, conhecido como    Forte do Mar, localiza-se em Salvador Bahia.  Erguido sobre um pequeno banco de arrecifes a cerca de 300 metros da costa,   destaca-se por se encontrar dentro das águas.

5ª ALA:

O PAPEL DA MAÇONARIA NOS RUMOS DE BENTO GONÇALVES, SUA FUGA DA BAHIA VOLTANDO AO RIO GRANDE

Narração:  

Assim que chega ao Forte, Bento Gonçalves recebe a visita do Dr. Francisco Sabino da Rocha, líder do movimento de separação da Bahia, e representante da Maçonaria local, apoiadores da mesma luta contra o Império, e que o ajudariam na fuga. Poucos dias depois, como estratégia para sua libertação, consegue permissão do comandante do forte para tomar banhos de mar, porém sempre vigiado por um soldado imperial. Aí é que reside a chave do sucesso de sua fuga.
No dia 10 de setembro de 1837, após tentarem envenená-lo, Bento decide ser chegado o momento. Sabotando a armada do forte, Bento Gonçalves sai para nadar, como de costume, e foge a nado até um barco, que o aguardava. De lá é levado à Ilha de Itaparica, e depois Salvador onde embarca num navio que transportava mercadorias para o Sul.
A Maçonaria, por ser composta por diversas espécies de homens, de diferentes graus de inteligência e cultura, o que resulta de ela existir em muitos países, sujeita a diversas circunstâncias de meio e de momento histórico, como qualquer instituição humana, secreta ou não, apresenta diferentes aspectos, conforme a mentalidade de cada Maçom, sempre sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça.
Assim, no Rio Grande, Rio de Janeiro ou Bahia, a Maçonaria desempenha a sua missão de amparar seus irmãos, restaurar a paz de espírito e a liberdade. Este papel foi fundamental na libertação e retorno de Bento Gonçalves aos pagos do sul, que
em 16 de dezembro de 1837 assume a presidência da República Riograndense, em Piratini.
 

Município: PASSO FUNDO/RS
Denominação do Evento: SEMANA FARROUPILHA – DESFILE XVII MOSTRA DA CULTURA GAÚCHA – 13 DE SETEMBRO DE 2009.
Nome da Entidade:
Grupo Cultural e Tradicionalista CAVALEIROS DO MERCOSUL
Endereço: Galpão Sede – Complexo Turístico - Parque da Roselândia - Passo Fundo/RS.
Contatos: Fone/Fax: 0xx(54)3311-4655     /      0xx(54)3311-3211.
E-mail: geovana_battisti@hotmail.com               fone: 9972-9946
Site: www.cavaleirosdomercosul-rs.gov.br
Vínculo Tradicionalista:
Filiados ao MTG – 7ª RT.
Tema central: Os Farroupilhas e Suas Façanhas
Tema grupo: Bento Gonçalves foge do Forte do Mar, onde se encontrava preso.
Evento do tipo: Cultural, artístico, histórico e educacional.
Dimensão Quantitativa do desfile: 5 ALAS, 4 CARROS, 250 participantes.
Âmbito do evento:
Nacional.
Freqüência do evento: Anual.

 HISTÓRICO GRUPO CULTURAL E  TRADICIONALISTA CAVALEIROS DO MEROCSUL

 Nossa entidade criada em 1995, denominada Grupo Cultural e Tradicionalista Cavaleiros do Mercosul, juridicamente constituída com sede em Passo Fundo, cujos objetivos, dentre outros, é de desenvolver os estudos realizados pela Universidade de Passo Fundo, de que os caminhos mais curtos entre São Paulo e Buenos Aires, interior do Uruguai e Chile é passando pela região do Planalto Médio.
A fim de tornar conhecido o estudo resolvemos mapear o trajeto a pata de cavalo, para isso, em 1995 realizamos a Cavalgada de Passo Fundo a Buenos Aires, passando pelo interior do Uruguai, de 1.310Km., durante 30 dias, com reuniões e encontros com autoridades divulgando a nova rota do Mercosul.
Em 1997 realizamos a Cavalgada de Passo Fundo a São Paulo, a fim de completar a rota, durante 23 dias percorremos 930 Km., integrando os povos por onde passamos, com reuniões com a autoridades e a sociedade civil de Estados e cidades.
Em 1998 realizamos com a mesma finalidade a Cavalgada de Passo Fundo, São Borja e Santo Tomé, na Argentina, num total de 410Km., atravessando a ponte da amizade, sendo os primeiros cavaleiros a realizar essa travessia, onde fomos hóspedes oficiais de São Borja e Santo Tomé.
Em 1º de janeiro de 2000 saímos de nossa cidade, do trevo em frente à Universidade de Passo Fundo, onde erigiram um Monumento em homenagem ao nosso grupo, a Cavalgada de Passo Fundo a Vinã Del Mar, no Chile, passando pela Argentina, atravessando os Andes a mula, após Santiago e, finalmente, em 28 de fevereiro chegamos a Vinã Del Mar, banhada pelo Oceano Pacífico. Em 60 dias percorremos 2.550Km., no lombo de nossos cavalos. Fomos recebidos na embaixada do Brasil, intendência de Santiago, por autoridades argentinas e chilenas, com a mesma finalidade de tornar a rota do MERCOSUL pelo interior conhecida, bem como integrar material, filosófica e espiritualmente povos da América do Sul.
Nossos objetivos também têm cunho reivindicatório, em defesa do resgate da cidadania e em defesa da democracia, bem como, o que for melhor para o Rio Grande, Brasil e os brasileiros.
Promovemos um movimento para resgatar os restos mortais de Anita Garibaldi para o Brasil, realizando a Cavalgada de Passo Fundo a Laguna, Santa Catarina, fazendo contatos com a Itália, onde Anita é heroína; estando esse assunto em andamento.
Realizamos a Cavalgada de Passo Fundo a Palmeira das Missões, em parceria com o Sindicato Rural e FARSUL, concluindo com um encontro de deputados em Palmeira, com a finalidade de ser liberado o plantio e a comercialização da Soja Transgênica, que hoje é uma realidade.
Em 2007 realizamos a cavalgada Revolução Pela Palavra - Cavalgada em Defesa da Ética, da Moral e dos Bons Costumes na Política, de Passo Fundo a Porto Alegre, com a entrega da “Carta do Rio Grande” a Governadora no Palácio Piratin.
Inúmeras cavalgadas por municípios da região, sempre levando nossa bandeira, o tradicionalismo, a família, a mora, o homem a cavalo. Assim já somamos mais de 11 mil quilômetros percorridos a cavalo.
Há 4 anos o grupo, com a parceria da Brigada Militar, vem encenando a Batalha do Pulador, da Revolução Federalista de 1893, acontecido em 27 de junho de 1894, nesse distrito de Passo Fundo, a batalha mais sangrenta do Brasil, onde morreram mais de mil combatentes e inúmeros feridos. Na última encenação, um público estimado em 20 mil pessoas se fez presente, onde mais de 600 figurantes encenaram o espetáculo, com o objetivo de resgatar a cultural e levar um fato histórico pouco conhecido do grande público.

JABS PAIM BANDEIRA
COMANDANTE

“Onde quer que o PRIVILÉGIO, o ARBÍTRIO e o EGOÍSMO se introduzam na Constituição Social, é dever de cada HOMEM que tem consciência de sua própria missão combatê-lo com todos os meios que estejam à mão.”

 FAMÍLIA CAVALEIROS DO MERCOSUL

AIDO VIEIRA DA SILVA
ALEX SAÚGO e MICHELE MENEGOL
CARLOS EDUARDO MARQUES PEREIRA e TEREZINHA, LEONARDO, CAROLINE PEREIRA
CARLOS ELI MENEGOL e IANE MENEGOL
CASSIANO PAIM BANDEIRA
DANIEL DUARTE BANDEIRA
DAVIS SOUZA e SÔNIA FILLIPPI, ENRICH, ISADORA SOUZA

DELMIDIO FAGUNDES DE LIMA e MIRNA LIMA DE LIMA
GENTIL GAMBINI PIRES e LEOCÁDIA PIRES
GUSTAVO ESQUINSANI e CRISTINA LIMA ESQUINSANI, EDUARDA, DYOVANA E GUSTAVO LIMA ESQUINSANI
INÁCIO PEDROSO, MARISA E BRUNA PEDROSO
JABS PAIM BANDEIRA e GEOVANA BATTISTI FERREIRA
JORGE BILHAR
JULIO SOUZA e ELIZANDRA SOUZA, BRUNO, VINICIUS SOUZA
OSCAR ANTUNES DA SILVA e VERA ARRUDA
RENATO STRIDER e SILVIANE STRIDER, LAURA STRIDER, MATHEUS FOIATTO
ROSALINO FARIAS e MARINES FAVINI FARIAS, PAULO HENRIQUE, MAQUIELE, FRANCIELE FARIAS
TELMAR MENEGOL - MIRIAM MENEGOL

AMIGOS DO GRUPO CAVALEIROS DO MERCOSUL

  • ADIRBAL CORRALO

  • ALBERTO POLTRONIERE

  • ALDO ALESSANDRI

  • ALEX FRANCIOSI

  • CRISTIANO COLUSSI

  • DALTRO WESP

  • EVERALDO DE MELO

  • FELIPE E TAINARA PEREIRA, ALICE E LUIS FERNANDO

  • GILDA GALEAZZI

  • JOÃO GRAEFF

  • JOEL FRANÇA, JAQUELINE FRANÇA E FABIO FRANÇA

  • JUREMA DA SILVA

  • MAGDA CAVALHEIRO

  • MARCELO GELISKI – SITE CAVALEIROS DO MERCOSUL

  • MATHEUS E ISABELA FOIATTO

  • THIAGO BITELLO – DAYANE PITTON PAVANI

  •  WANDERLEI SAÚGO

 COLABORADORES DO GRUPO CAVALEIROS DO MERCOSUL

  • ACADEMIA DE SAMBA COHAB I

  • ADÃO DA SILVA - PINTOR

  • BATTISTI - SINCE 1941

  • BRIGADA MILITAR

  • CARROCERIAS SANDRI

  • COLÉGIO TIRADENTES

  • DAATI BOQUEIRÃO II

  • DEPARFIX

  • IRINEU GEHLEN ADVOGADOS

  • LOJA MAÇÔNICA

  • NAVILIO BRANDELEIRO E GRUPO DE CARAZINHO

  • RODOSOUZA TRANSPORTES

  • STTUDIO8 PRODUÇÕES

  • TRANSPLANA TERRAPLENAGEM

 


 

Previsão do Tempo

Batalha do Pulador
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 Passo Fundo - RS - Brasil - CEP.: 91.030-280
Galpão Sede – Complexo Turístico - Parque da Roselância / Passo Fundo/RS
Contatos: Fone/Fax: 0xx(54)3311-4655 ou 0xx(54)3311-3211
e-mail: cavaleiros@cavaleirosdomercosul-rs.com.br
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